A mobilização entra em mais um momento decisivo do movimento, a reitoria e as diretorias aumentam a pressão sobre os campi em greve, enquanto outros ainda continuam paralisando e realizando discussões e assembléias. É neste momento importante, onde a reitoria começa a abrir o diálogo que a pressão dos estudantes deve aumentar.
Com as mobilizações dos funcionários e dos professores o movimento ganha força contra as políticas autoritárias da reitoria, está que é palco político de partidos para garantir cargos no governo, é neste momento que ganhamos força também contra as políticas de cotas do PIMESP que o governo vem tentando implantar, além de exigir melhores condições de permanência estudantil e uma plena democracia na universidade já!
E com mais de 37 dias das greves das Unesps o movimento ganha mais força com a adesão do campus de Rio Claro, quem vem para somar forças na pressão das negociações com a reitoria e nas reivindicações de todo corpo da Unesp que está unificada segundo o Fórum das VI, mostrando que a luta é de todos.
Por isso o Coletivo de greve de Ourinhos reitera o apoio a luta dos trabalhadores e docentes da Unesp e damos TOTAL APOIO aos camaradas de Rio Claro que estão juntos no BASTA a precarização da educação, ao autoritarismo e por uma Universidade gratuita e de qualidade a todos.
Este blog tem a finalidade de passar informes sobre a atual greve e ocupação dos estudantes da Unesp Ourinhos
sábado, 25 de maio de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
GREVE EM RIO CLARO!
Após uma assembleia realizada na noite de quinta-feira (23), os estudantes da Unesp de Rio Claro decidiram entrar em greve ontem. De maneira pacífica e organizada, eles ocuparam o bloco do Instituto de Biociências do campus. Membros do comando de greve tentam pressionar o governo paulista a investir mais na formação dos docentes e na qualidade do ensino, entre outras pautas. Mais de 450 universitários participaram da assembleia. A paralisação atingiu pelo menos os campi de Ourinhos, Marília e Assis. A paralisação atingiu essas cidades, conforme informações do Movimento Estudantil da Unesp local. Eles também pedem melhorias no Restaurante Universitário (R.U.), ampliação da Moradia Estudantil, através da construção de outros blocos, além da ampliação das bolsas de auxílio socioeconômico. As reivindicações são no âmbito municipal e estadual, alegam os grevistas. O movimento também protesta contra o Pimesp (Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Superior Público Paulista): “Ninguém aqui é contra as cotas, afinal todos têm direito a educação. Mas discordamos do modelo proposto pelo Estado”, disse uma estudante que não se identificou.
Moção de Registro
Moção de apoio aos
estudantes das UNESP de Ourinhos, Marília, Assis e todos solidarizaram com as
nossas lutas.
Nós
estudantes da FCAVR (UNESP Campus Experimental de Registro) dos cursos de Agronomia
e Engenharia da Pesca, deliberamos em assembleia geral realizada no dia 9 de
maio de 2013 e por ampla maioria de votos, manifestar total apoio aos
companheiros que estão em luta por uma universidade pública gratuita e
democrática, de qualidade e a serviço do povo. Apoiamos em especial Ourinhos,
Marília e Assis que já se encontram em greve e aos que cogitam a ideia de
compor futuramente ou realizar paralisações e debates em seus respectivos
Campi. Entendemos que a luta pela permanência estudantil, contra o PIMESP e a
precarização da educação é uma pauta comum entre todos os Campi da UNESP e
demais universidades do estado de São Paulo, portanto, viemos por meio desse
manifestar nossa solidariedade e exigir o cumprimento das pautas e
reivindicações de cada Campus imediatamente.
A universidade pública vem se deteriorando e
os frequentes ataques as condições de permanência estudantil forçam os poucos
estudantes que conseguem passar pelo filtro social e elitista imposto pelo
vestibular a abandonar seus cursos devido a dificuldade de se manter dentro da
universidade. Sendo este um segundo filtro social que os obriga a desistir dos
estudos por não terem condições de garantir o pagamento da própria alimentação,
moradia e outros recursos necessários para sobrevivência.
Nos
últimos anos novos cursos foram criados em campus espalhados pelo Estado,
através da lógica em que o governo juntamente com a reitoria da UNESP possam
expandir vagas para lugares em que antes não havia uma universidade local ou
próxima. Porém essa expansão tem sido feita sem qualquer cuidado, sem estudos específicos
da região, das proximidades e das necessidades das populações ao redor, além de
ser aplicado num formato totalmente precarizado que cria universidades de
segunda linha ao mesmo tempo que não garante permanência aos estudantes. Esse
caso se repete em nosso Campus, onde em março desse ano iniciou-se o curso de
Engenharia de Pesca sem um quadro completo de docentes contratados, nem
estrutura de laboratórios e acervo bibliográfico condizentes, além de outros
problemas comuns a outros Campi da UNESP, listando-se novamente a ausência de R.U, moradia estudantil e a falta e atraso de
bolsas de auxílio.
Além
da precarização e abandono das universidades estaduais, o Governo do Estado
apresenta um atestado de falência do ensino público básico e médio, transferindo
a consequência desta falta de qualidade aos estudantes através do PIMESP (Programa de inclusão com
mérito no ensino superior público paulista),
um programa de caráter racista, segregacionista e precarizante que reforça a
elitização educacional existente dentro da nossa universidade, tornando ainda
mais burocrática e dificultosa a entrada dos filhos da classe trabalhadora.
Por esses e outros motivos que nós do
Movimento Estudantil da FCAVR/Registro acreditamos na luta contra a falência do
sistema de ensino público de base e da precarização da Universidade pública,
bem como na luta por melhores condições de permanência estudantil, repúdio ao
PIMESP e por apoio a greve dos professores da rede pública estadual.
Reivindicamos o cumprimento imediato do compromisso da Reitoria da UNESP e do
Governo do Estado de garantir condições dignas de permanência estudantil e
demais pautas colocadas pelo movimento.
Além
disso, estamos comprometidos a trazer o debate para nossa realidade visando
reforçar a necessidade de expandi-lo ao nível estadual e nacional de forma a
agregar o maior número de estudantes, docentes e técnicos administrativos que
compreendem a necessidade de uma reforma educacional que atenda as reais
necessidades da classe trabalhadora e da sociedade.
Registro,
23 de maio de 2013.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Posição dos contrários a greve
Notíci
Estudantes da Unesp Ourinhos se posicionam contra greve
Carta de posicionamento dos alunos contra a greve foi assinada por 35 pessoas
publicado em 22/5/2013enviar para um amigoComentarImprimir notícia
Manoel Vinícius da Mata Souza é um dos estudantes que se posiciona contra a greve da Unesp em Ourinhos
A Unesp Ourinhos está em greve desde o dia 17 de abril. Apesar da paralisação das atividades ter sido votada em uma assembleia com a presença de 120 alunos da instituição no mesmo dia, alguns estudantes têm se mostrado contrário à greve.
O grupo contrário à greve, formado por cerca de 35 alunos, elaborou uma carta na qual explica porque tomaram esse posicionamento cerca de um mês depois do início das paralisações das atividades, como aulas e pesquisas.
De acordo com Manoel Vinícius da Mata Souza, formando do curso de Geografia, existe um embate dentro da Unesp Ourinhos. “Temos um endeusamento de uma greve e não é bem assim que funciona. Existe um grupo de pessoas no campus de Ourinhos que são contrários a greve a ‘n’ motivos. Alguns motivos podem até parecer particulares, mas não são. Justamente porque a maior reivindicação dos contrários à greve é o fato dela não ter sido planejada”, explicou.
De acordo com ele, foi chamada uma assembleia de estudantes, onde cerca de 110 estudantes compareceram, uma maioria levantou a mão a favor de uma greve. No entanto, a Unesp Ourinhos tem hoje cerca de 290 alunos.
“Não existe uma contagem, apenas um contraste visual, então mais ou menos um 90 alunos foram a favor da greve. Atualmente, desses 90, talvez 30 ou 40 participem efetivamente das assembleias da greve”, afirmou.
Para ele, faltou mais discussões antes de que a greve fosse finalmente definida. “O fato de uma greve ser uma medida que traz prejuízos para todo mundo deveria fazer com que ela teria que ser consultada toda a comunidade acadêmica, toda a Unesp Ourinhos, ou pelo menos a metade dela, e isso não ocorreu.
Manoel disse que muitas pessoas estão sofrendo muito com os prejuízos da greve, como os próprios formandos, pessoas que tem mestrados e trabalhos encaminhados e estão esperando o diploma.
“Nosso posicionamento não é contrário às reivindicações feitas pelos grevistas, em relação às bolsas, permanência estudantil ou melhoria da educação no estado de São Paulo. Mas somos contrários à situação de greve, que é cansativa e complicada. Se ela tem alguns ganhos, também tem alguns prejuízos que a longo prazo são muito consideráveis”, opinou.
Mesmo tendo voz nas assembleias que são realizadas, para ele os contrários a greve não consegue fazer valer sua opinião. “É como se nosso posicionamento de ser contrário a greve fosse também o de ser contra o ideal de uma educação e de uma universidade melhor”.
O grupo ainda questiona a legitimidade da greve. “A greve não é legítima porque, embora tenha sido realizada a assembleia, ela não teve quem a presidisse, já que não existe um corpo de centro acadêmico formado, e nem uma ata”, disse. Ainda segundo Manoel, algumas medidas jurídicas estão sendo tomadas por parte dos alunos que não querem que a greve continue.
O outro lado
Em nota enviada ao Jornal Diário, o comando de greve da Unesp Ourinhos afirmou que as assembleias são os órgãos supremos de discussão e decisão dos estudantes.
“Devemos lembrar que na assembleia do dia 17 de abril mais de 120 estudantes estavam presentes para discutir a questão da greve, sendo que 112 desses votaram a favor da greve. É importante lembrar que, antes disso, aconteceram inúmeras assembleias para discutir essas questões de precarização até culminar nesta que chamou a greve. Apesar de muitos não estarem presentes diariamente na ocupação, há apoio dessas pessoas, principalmente nas assembleias, para sempre construirmos os próximos passos da mobilização. Deste modo, quem é contra ou a favor da greve, ou quem mudou de opinião, tem este espaço no campus ocupado para expor seus pontos de vista e suas propostas que serão discutidas e decididas por todos os presentes. Quem não comparece nas assembleias sente-se contemplado nas deliberações.
Devemos apontar que a luta não está isolada, temos três campi em greve e inúmeros paralisados, além dos milhares de estudantes que tem lotado as assembleias por todo o estado. Também devemos pontuar que somos contrários a burocracia e que o diálogo entre os estudantes é o melhor meio para contemplar a ideia de todos, assim não há a necessidade de protocolar cartas nos conselhos e na ouvidoria da UNESP.
Portanto, ressalvamos a importância da presença de todos os alunos da Unesp nestes espaços. E se houve uma greve é por que todos os meios já foram tentados e os estudantes estão insatisfeitos com o descaso. Por isso, pensamos coletivamente, assim somos mais fortes, inclusive na luta pela precarização da educação e pelo projeto de sociedade estimulado pelos atuais governos e que vem se espalhando por todas as categorias dentro da universidade. Tanto que os funcionários da Unesp paralisarão na próxima sexta-feira, dia 24 de maio, e os professores do campus de Marília, contra a proposta de aumento de 5% oferecido pelos reitores da Unesp, Usp e Unicamp, mostrando mais uma vez que é a união que faz a força e que a luta se mostra cada vez mais necessária”.
**Só gostaríamos de esclarecer que o Centro acadêmico não necessita de corpo para presidir as assembleias, já que essas, segundo estatuto, são supremas, é o órgão máximo de deliberação, sendo que qualquer aluno pode convocar uma.
NEGOCIA JÁ!
A mobilização estadual só cresce, com trabalhadores e professores se somando ao movimento desencadeado pelo movimento estudantil. Enquanto isso, o reitor está em férias e a reitoria resiste em negociar, fazendo várias propostas diferentes, e querendo cozinhar o movimento em banho-maria e tentando nos confundir.
Não aceitamos mais enrolação! O Comando Estadual de Mobilização Estudantil da UNESP EXIGE que a reitoria negocie amanhã às 15hs com os estudantes, conforme acordado no dia 17/05, com financiamento dos delegados e delegadas que negociarão. Ao mesmo tempo, chamamos uma concentração às 10hs, nas catracas no metrô Anhagabaú.
Reforçamos o chamado à greve geral, mobilizações e ocupações de direção.
NÃO PASSARÃO!!!
Cotas SIM, PIMESP NÃO!!!
POR PERMANÊNCIA ESTUDANTIL PLENA E JÁ!!!
ABAIXO À REPRESSÃO: DEMOCRATIZAÇÃO DA UNIVERSIDADE!!!
Comissão Estadual de Mobilização
Não aceitamos mais enrolação! O Comando Estadual de Mobilização Estudantil da UNESP EXIGE que a reitoria negocie amanhã às 15hs com os estudantes, conforme acordado no dia 17/05, com financiamento dos delegados e delegadas que negociarão. Ao mesmo tempo, chamamos uma concentração às 10hs, nas catracas no metrô Anhagabaú.
Reforçamos o chamado à greve geral, mobilizações e ocupações de direção.
NÃO PASSARÃO!!!
Cotas SIM, PIMESP NÃO!!!
POR PERMANÊNCIA ESTUDANTIL PLENA E JÁ!!!
ABAIXO À REPRESSÃO: DEMOCRATIZAÇÃO DA UNIVERSIDADE!!!
Comissão Estadual de Mobilização
Em Marília
Por contraste, em Assembleia Geral realizada hoje, os estudantes da UNESP-Marília deliberaram pela continuação da greve e da ocupação da direção!
Cotas SIM! PIMESP NÃO!! Democracia na Universidade!! Por Permanência Estudantil Plena Já!!!
Pra acabar com a precarização, Greve Geral, Greve Geral na Educação!!!
Cotas SIM! PIMESP NÃO!! Democracia na Universidade!! Por Permanência Estudantil Plena Já!!!
Pra acabar com a precarização, Greve Geral, Greve Geral na Educação!!!
terça-feira, 21 de maio de 2013
CARTA DE APOIO A LUTA DOS TRABALHADORXS TÉCNICOS E ADMINISTRATIVOS DA UNESP
A mais de um mês das greves, ocupações e paralisações dxs
estudantes da Unesp contra a precarização da educação em todas as suas
instâncias, principalmente no que diz respeito ao acesso da classe trabalhadora
na universidade, que há anos vem sendo afastada deste espaço cada vez mais,
através dos processos de elitização concretizados no vestibular, que filtra os
estudantes de escola pública e atualmente com o ataque do PIMESP afastando não
só os estudantes precarizados na escola pública, mas também os mais
prejudicados historicamente e socialmente como os pretos e indígenas.
Vemos a luta se espalhando pelos setores da universidade,
atingindo não só xs estudantes, mas também docentes e trabalhadorxs técnicos e
administrativos, que quando não terceirizadxs sofrem com os baixos salários e
com o descaso da reitoria e do CRUESP que não valorizam sua classe, vide a
proposta de aumento de pouco mais de 5% que não consegue suprir nem a inflação
deste último ano. Devemos lembrar que xs mesmxs sofrem com a falta de voz e
decisão dentro dos órgãos colegiados desta universidade afirmando novamente a
falta de democracia nesta instituição que se autointitula livre, democrática e
de qualidade, mas como, se a maioria de todo corpo acadêmico está subordinada a
casta de professores que ignoram as necessidades da maioria?
Como, se estas castas estão protegidas por um estatuto
autoritário que faz e desfaz dos estudantes e trabalhadores desta universidade?
Os estudantes já disseram BASTA!
E as mobilizações agora se espalham e por meio desta carta O
COLETIVO DE GREVE DA UNESP OURINHOS dá total apoio a luta dxs servidorxs
técnicos e administrativos que paralisarão no próximo dia 24/05. Unamos nossas
pautas contra o autoritarismo desta universidade e a favor de condições de
trabalho e ensino melhores para todos, e não só para a elite burguesa desta sociedade,
mas principalmente axs milhões de trabalhadorxs que sustentam esta instituição!
CONTRA AS POLÍTICAS DE EXCLUSÃO E ELITIZAÇÃO!
CONTRA O SUCATEAMENTO E DESCASO AXS TRABALHADORXS E
ESTUDANTXS!
POR MAIOR DEMOCRACIA NA UNIVERSIDADE!
CONTRA O PROJETO DE SOCIEDADE QUE ESTES GOVERNOS VEM
APRESENTANDO!
FORÇA CAMARADAS!
Coletivo de greve – Unesp Ourinhos
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Assembléia 20/05
A Assembleia ocorreu no dia 20 de
maio de 2013 e teve seu início às 19h39min, seguindo o estatuto do Centro
acadêmico da UNESP Ourinhos para legitimar o espaço.
Contou com a presença de 80
estudantes que assinaram a lista de presença e foram discutidas as seguintes
pautas, deliberando algumas ações:
A Assembleia ocorreu no dia 20 de
maio de 2013 e teve seu início às 19h39min, seguindo o estatuto do Centro
acadêmico da UNESP Ourinhos para legitimar o espaço.
Contou com a presença de 80
estudantes que assinaram a lista de presença e foram discutidas as seguintes
pautas, deliberando algumas ações:
Pautas:
· Informes (ato, negociação,
mobilização estadual);
· Eleições de representantes para
negociação;
(Patricia, Zaca, Lidi,
Jacaré,Yume, Carol e Rufus)
· Semestre letivo/calendário de aulas;
Propostas:
(Alice)
Formar uma comissão para avaliar e levantar dados sobre a situação dos
professores substitutos e conferencistas; chamar hoje uma assembleia (seguindo
o estatuto) com indicativo de volta às aulas para situações emergenciais
(disciplinas dos professores substitutos, conferencistas e para os formandos). NÃO
APROVADA POR CONTRASTE VISUAL.
(Larissa/Roça)
Manter as comissões designadas para a avaliação do caso dos professores
substitutos e conferencistas (E NÃO OS ALUNOS FORMANDOS). Solicitar
esclarecimento do Conselho, como já apontado pela Profa Andrea. A partir disto
dar os informes durante na próxima assembléia (segunda-feira). APROVADA POR
CONTRASTE VISUAL
(Carol)
Colocar na pauta de reivindicação unificada a contratação dos professores para
reposição de aula e garantia do transporte para alunos de outras cidades. APROVADA
POR CONTRASTE VISUAL
· Ocupação do Bloco A.
Propostas:
Ocupação da Direção
durante o dia de negociação (quinta-feira). NÃO APROVADO POR CONTRASTE VISUAL
A assembleia
contou com muitos estudantes e avaliamos isso
como muito positivo, pois os mesmos expuseram suas opiniões e construímos juntos
os próximos passos da luta, além de fortalecermos a nossa ocupação aqui. Depois
de hoje entendemos que o movimento está forte, os estudantes estão coerentes
entre si, principalmente neste momento tão importante nas mobilizações.
Parabenizamos
os estudantes da Unesp Ourinhos pela nossa organização e posição concreta
perante todo o cenário. Parabéns galera!
Cronograma de Atividades da Greve 21 a 24/05
Terça-feira – 21/05
10:00 – 12:00 - Estudo sobre o Estatuto da UNESP
14:00-16:00 - Grupo de Debates sobre o FORUM das 6.
20:00- 22:0 - 0 Cine Greve (Morte e Vida Severina)
Quarta-feira – 22/05
10:00 – 12:00 - Grupo de Debates sobre UNE e ANEL
14:30-17:00 - Grupo de Debates sobre Proudhon
17:30 – 19:00 - Ocupabol/ Taco
19:30-20:30 - Cine Greve (Cortina de Fumaça)
Quinta-feira – 23/05
10:00-12:00 - Grupo de Debates sobre o movimento Negro no Brasil
14:00:16:00 - Oficina de Teatro (Teatro do Oprimido)
19:30-21:00 - Discussões Geografia do Trabalho (CEGET)
Sexta-feira 24/05
10:00-12:00 - Introdução à Ritmos e Danças Orientais
Tarde e Noite de sexta, sábado e domingo a definir
10:00 – 12:00 - Estudo sobre o Estatuto da UNESP
14:00-16:00 - Grupo de Debates sobre o FORUM das 6.
20:00- 22:0 - 0 Cine Greve (Morte e Vida Severina)
Quarta-feira – 22/05
10:00 – 12:00 - Grupo de Debates sobre UNE e ANEL
14:30-17:00 - Grupo de Debates sobre Proudhon
17:30 – 19:00 - Ocupabol/ Taco
19:30-20:30 - Cine Greve (Cortina de Fumaça)
Quinta-feira – 23/05
10:00-12:00 - Grupo de Debates sobre o movimento Negro no Brasil
14:00:16:00 - Oficina de Teatro (Teatro do Oprimido)
19:30-21:00 - Discussões Geografia do Trabalho (CEGET)
Sexta-feira 24/05
10:00-12:00 - Introdução à Ritmos e Danças Orientais
Tarde e Noite de sexta, sábado e domingo a definir
domingo, 19 de maio de 2013
Atividades do dia 20/05/2013
14h - Balanço Geral. Sobre a Plenária Estadual e o Ato na REItoria dia 17/05, também será discutida a primeira reunião na REItoria realizada no mesmo dia
19h - Assembléia Geral dos Estudantes
Compareçam!!
ps: Amanhã soltaremos as outras atividades do resto da semana!
19h - Assembléia Geral dos Estudantes
Compareçam!!
ps: Amanhã soltaremos as outras atividades do resto da semana!
MOÇÃO DE APOIO DA MORADIA DE RIO CLARO
Nós estudantes
organizados da Moradia Estudantil de Rio Claro, após deliberado em
assembléia no dia 06/05/2013 às 23h30, viemos através deste
demonstrar todo apoio à greve dos estudantes em: Marília, Ourinhos,
Assis e Araraquara.
Por reconhecermos que
a luta de cada campi não está indissociada a nossa luta; por
uma universidade mais igualitária, não excludente e de qualidade,
através das reivindicações:
- À favor das cotas mas CONTRA o PIMESP, que não passa de uma proposta segregacionista e excludente do governo do Estado de SP, que vai totalmente de fronte ao que pensamos ser fundamentais para a criação de uma universidade PÚBLICA, GRATUITA e de QUALIDADE.
- Pelo aumento da moradia estudantil e a construção da mesma (no caso de Ourinhos) pois sabemos que ter moradia é o mínimo que todo estudante deve ter para se permanecer estudante, somos contra a aumento de “bolsas auxílio aluguel” por não auxiliar nada mediante ao valor medíocre deste auxílio e aos altos preços imobiliários, sem contar que nosso ideal é que aumente o número de moradias estudantis que são materiais concretos onde ninguém a tira de nós e aumente a quantidade e valor (para um salário mínimo com reajuste conforme a inflação) das BAAE I, por considerarmos que estes itens são fundamentais/necessários para a permanência do estudante.
- Contra a estrutura de poder vigente na UNESP, com os pesos de 70% para docente, 15% funcionários e 15% discentes, onde defendemos a paridade.
- Contra a precarização do ensino que históricamente vem acontecendo com os descasos aos eixos do tripé: Ensino e Extensão; onde é dada importância somente ao produtivismo. Ataques da reitoria quanto à contratação de professores, recorrendo a contratação de bolsistas para suprir vaga de docente.
- Contra as sindicâncias em Araraquara, onde estudantes foram injustamente abordados em SUAS casas, isto é, em suas privacidades, ao fazerem sexo. O que achamos ser um absurdo a burocracia se envolver na intimidade de cada um e ainda mais sindicar os envolvidos, o que ninguém faz nas casas dos burocratas. Tirar os estudantes da universidade e persegui-los excluindo-os das bolsas de permanência estudantil por fazerem sexo? Afronta total, como se ninguém fizesse sexo.
Em particular, em
Ourinhos por ser um campus
experimental sua luta é totalmente válida e necessita do apoio de
todas as universidades, pois sozinhos dificilmente terão voz. Não
podem ser deixados de lado por ser um campus
experimental, necessitam também que haja políticas de permanência
estudantil e um ensino não precarizado.
Enfim,
apoiamos todas as demandas de cada campi
e consideramos suas estratégias de lutas totalmente válidas e
coerente, como diz Rosa Luxemburgo:
“Quem não se
movimenta não sente as correntes que o prendem”.
Direção de
Moradia de Rio Claro, 18 de maio de 2013.
sábado, 18 de maio de 2013
Notícias sobre o Ato na reitoria
CONTRATO DE SUBSTITUTOS
CONTRATO DE PROFESSORES SUBSTITUTOS,, MOSTRANDO QUE O SEMESTRE NÃO SERÁ PERDIDO E APÓS A GREVE SEUS CONTRATOS SÃO RENOVADOS.
TERMO DE CONTRATO DE TRABALHO
Por este instrumento particular de
contrato de trabalho, de um lado a Universidade Estadual Paulista "Júlio
de Mesquita Filho"- Faculdade/Instituto/Administração Geral do Campus de
_______________________ ou Reitoria, denominada EMPREGADOR e representada por
_____________________________________, R.G. nº ___________________, e de outro
lado________________________________, R.G. nº __________________, portador (a)
da Carteira de Trabalho e Previdência Social no _______, série _______, de
agora em diante denominado EMPREGADO, tendo em vista a autorização do Reitor
nos termos do Despacho nº ___________, publicado no D.O.E. de ___/___/___, fica
justo e convencionado:
Cláusula 1ª - O empregado exercerá a função de
PROFESSOR SUBSTITUTO, lotada no (a) Departamento ________________________ e na
disciplina/conjunto de disciplinas___________, ficando obrigado a acatar e
obedecer ordens, comunicados, portarias, circulares e regulamentos,
comprometendo-se a executar as tarefas que lhe forem confiadas, compatíveis com
a função para a qual está sendo contratado e a desempenhar suas atribuições com
zelo, presteza, eficiência e probidade.
Cláusula 2ª - O empregado perceberá o salário
mensal correspondente ao valor da referência MS-___, em ________ horas
semanais, reajustado de acordo com a política salarial fixada pelo CRUESP, até
o 5o dia útil do mês subsequente ao vencido, efetuados os descontos previstos
em leis.
Parágrafo único – Por tratar-se de
contratação em caráter emergencial e temporária, ainda que o candidato venha a
obter titulação acadêmica superior após a assinatura deste contrato, esta não
será considerada para fins de aumento salarial.
Cláusula 3ª - O empregado cumprirá a jornada
de _____ horas semanais de trabalho, em horário que lhe for estipulado, podendo
ser diurno e/ou noturno, em dias de semana, sábados, domingos e feriados.
Cláusula 4ª - Este contrato vigorará a partir
de ___/___/___ (data do exercício), durante o período relativo ao
____ semestre letivo de _____, podendo ser prorrogado uma única vez por igual
período, a critério da Administração.
Cláusula 5ª - O presente contrato
obedecerá aos preceitos estabelecidos pela Consolidação das Leis do Trabalho e
legislação complementar.
Cláusula 6ª - Os encargos deste contrato
correrão por conta do orçamento da UNESP.
Cláusula 7ª - O presente contrato poderá ser
rescindido por quaisquer das partes, antes de seu término normal, com a
observância do disposto no art. 481 da CLT.
E por estarem firmes e ajustadas com as
condições estabelecidas no presente instrumento de contrato, é o mesmo assinado
em 02 (duas) vias de igual teor e forma.
(Processo
nº ____________________)
Local/Data
_________________________________
EMPREGADOR
_________________________________
EMPREGADO
TESTEMUNHAS:
1
- ______________________________ 2 - ________________________________
NOME
NOME
RG RG
Publicado no DOE
de ____/____/_____, p. _____.
Por este instrumento particular de contrato de trabalho, de um lado a Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"- Faculdade/Instituto/Administração Geral do Campus de _______________________ ou Reitoria, denominada EMPREGADOR e representada por _____________________________________, R.G. nº ___________________, e de outro lado________________________________, R.G. nº __________________, portador (a) da Carteira de Trabalho e Previdência Social no _______, série _______, de agora em diante denominado EMPREGADO, tendo em vista a autorização do Reitor nos termos do Despacho nº ___________, publicado no D.O.E. de ___/___/___, fica justo e convencionado:
ESCLARECIMENTOS SOBRE REPOSIÇÃO
Segue o MANUAL DE GRADUAÇÃO, documento emitido pela Pró-GRAD da UNESP.
Na página 39 esclarece o CALENDÁRIO DE AULAS, e na página seguinte consta:
"O ano letivo poderá ser prorrogado por motivos excepcionais (greve, calamidade pública e outros), independentemente da vontade do corpo discente, a critério dos órgãos competentes da Universidade e de suas Unidades. De um modo geral, o CEPE prevê reposição de aulas, caso não sejam cumpridos os 200 (duzentos) dias letivos anuais ou 100 (cem) semestrais."
quinta-feira, 16 de maio de 2013
1 mês em greve!
Notícias
Greve na Unesp Ourinhos completa um mês
Além de Ourinhos, Marília, Assis e São Vicente também estão com atividades paralisadas
publicado em 17/5/2013enviar para um amigoComentarImprimir notícia
No último dia 17 de abril, os estudantes da Unesp (Universidade Estadual Paulista) , do campus de Ourinhos, fizeram uma assembleia que reuniu mais de 100 pessoas. Na ocasião, os estudantes decidiram entrar em greve e parar com as atividades como aulas e pesquisas, mantendo apenas as atividades de extensão, que atendem a comunidade.
Na lista de reivindicações dos estudantes estavam itens como o pagamento das bolsas de auxílio, que estavam atrasadas, e políticas de permanência, como restaurante universitário e moradia. Depois de Ourinhos, outras unidades da universidade no estado também entraram em greve, mostrando que os estudantes estão mobilizados e articulados.
Para Gabriel Cunha, estudante do curso de Geografia em Ourinhos, esse primeiro mês de greve foi importante na construção da luta pelo estado. “Já temos quatro campi em greve (Ourinhos, Marília, Assis e São Vicente), conseguimos chamar um conselho de entidades com mais de 35 entidades e 250 alunos presentes. Além disso, nesta sexta-feira ocorrerá um ato na reitoria em São Paulo com participação da maioria dos campi, professores da rede e movimentos sociais”, afirmou.
“Creio que ainda estamos em um momento de fortalecimento do movimento, analisando estratégias, discutindo e nessa próxima semana as universidades começarão a tomar novas ações para que nossas reivindicações sejam atendidas”, opinou.
Segundo o estudante, eles ainda não tiveram nenhum avanço em relação às reivindicações junto à reitoria. “Na semana passada o reitor havia marcado uma reunião com Marília para o dia 10. Porém, ele cancelou afirmando que caravanas de Ourinhos e Assis entrariam na reunião, o que não é verdade. O que ocorre é que Marília entende que a pauta de todos os campi da Unesp é única e as unidades em greve têm as mesmas reivindicações por isso o direito de participar da reunião”, explicou. Uma nova reunião ainda não foi marcada, já que ele tirou férias do dia 13 a 24 de maio. “Mais uma manobra para não negociar com os estudantes, ou seja, a reitoria ainda continua fechada para negociação até mesmo para a diretoria do campus”.
A Unesp afirmou, em nota, que 95% das bolsas já foram pagas neste mês. No entanto, de acordo com Gabriel, as bolsas foram pagas, porém com recursos da própria unidade. “A Unesp Ourinhos usou de seus fundos para adiantar o pagamento dessas bolsas, já que o repasse da reitoria iria atrasar novamente. Mesmo com a bolsa paga, o retroativo não veio, ela continua reduzida a nove meses e com um valor absurdamente pequeno. Além do mais a questão das bolsas é parte de um problema estrutural muito maior que tem a intenção de diminuir a participação de alunos filhos de trabalhadores na universidade, ou seja, elitizá-la, não concordamos com isso, pois quem paga esta universidade é o povo com seu árduo trabalho diário depositado em exorbitantes impostos cobrados pelo governo”, afirmou.
A previsão é que a mobilização das Unesp em todo o estado cresça ainda mais. “Temos assembleias para essa semana com indicativos de greve em Araraquara, campus que conta com mais de mil estudantes, Ilha Solteira com mais 800, Franca com 500, São José do Rio Preto com 800 e por aí vai. Vemos que a mobilização só vem crescendo e acredito que é por conta do descaso com nossa educação e o engessamento de uma sociedade alienada e consumista é o estopim para as lutas sociais que vem ocorrendo pelo Brasil”, contou.
A previsão é que a mobilização das Unesp em todo o estado cresça ainda mais. “Temos assembleias para essa semana com indicativos de greve em Araraquara, campus que conta com mais de mil estudantes, Ilha Solteira com mais 800, Franca com 500, São José do Rio Preto com 800 e por aí vai. Vemos que a mobilização só vem crescendo e acredito que é por conta do descaso com nossa educação e o engessamento de uma sociedade alienada e consumista é o estopim para as lutas sociais que vem ocorrendo pelo Brasil”, contou.
Gabriel, um dos representantes do coletivo de greve de Ourinhos, aproveitou a entrevista para agradecer o auxílio dos sindicatos, dos professores da unidade e principalmente da população, que tem parado nas ruas para ouvir e dar apoio aos estudantes.
E-mail enviado pela Coordenação
Prezados Alunos e professores, De ordem da Coordenação Executiva, comunico a todos que hoje, às 15h00, houve pela primeira vez uma reunião por vídeo-conferência com a VICE-REITORA no exercício da Reitoria, Profª Marilza Cunha Rudge e, o CHEFE DE GABINE Prof. Roberval Dailton Vieira, na qual teve como objetivo e tema enfocar encaminhamentos sobre as paralisações e greves nas unidades da UNESP. Foram convidados para participar da referida reunião todos os diretores, mais os representantes dos movimentos estudantis e os representantes dos "comandos de greve" (em alguns campus). Destaco que a princípio a reunião foi bastante profícua aonde foram retirados alguns encaminhamentos importantes, dos quais, sinteticamente os apresento para ciência e apreciação: 1. A Reitoria irá receber dois representantes de cada campus, no dia 17/05, às 15h00, durante o Ato dos alunos em frente da Reitoria; 2. Os nomes dos representantes deverão ser encaminhados pelo DIRETOR e/ou COORDENADOR EXECUTIVO até amanhã 17/05, as 10h00, a fim de viabilizar o trânsito de entrada no momento do ato; 3. Pelo fato da Vice Reitora já ter compromissos, anteriormente assumidos, nesta reunião atenderá os alunos o Prof. Roberval Dailton Vieira (chefe de gabinete) e Prof. Carlos Antonio Gamero (Pró-Reitor de Administração), os quais receberão todas as reivindicações levantadas e apontadas pelos alunos relativos ao âmbito da Reitoria bem como ao âmbito da Unidade; 4. Após, haverá uma reunião presencial dos dois representantes discentes com a VICE-REITORA, a princípio confirmada para o dia 21/05 (terça-feira) no período da manhã, aonde farão um diálogo, com possíveis deliberações, após análise do quadro de reivindicações dos discentes. E, caberá a cada unidade da UNESP liberar os recursos, para que se viabilize, a reunião presencial com a Reitoria. Diante desta nova situação, da Reitoria com relação as paralisações e greves, a Coordenação Executiva em acordo com o comando de greve dos alunos, resolveram no momento: A) Cancelar a reunião EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO DIRETOR (17/05), que ocorreria as 10h30, no dia 17/05, cujo tema principal seria "O PROCEDIMENTO DA UNIDADE FRENTE À OCUPAÇÃO DO BLOCO A" pelos discentes; B) Cancelar a reunião aberta com todos os alunos mais a Comissão de Professores constituída pelo Conselho Diretor para acompanhar a Greve, que ocorreria no dia 20/05 às 09h40. Os cancelamentos se fazem necessários, diante da nova realidade: A ABERTURA DE UM DIÁLOGO COM A REITORIA sobre as pautas e reivindicações do corpo discente dos diferentes Campis da UNESP. Além da garantia que não haverá a ocupação do bloco A,até segunda ordem, pelos alunos de Ourinhos diante desta perspectiva de diálogo e futuros avanços com à Reitoria. Todavia, fica mantida a ASSEMBLEIA ESTUDANTIL, do dia 20/05 para as 19h00, aonde a presença de TODOS OS ALUNOS (a favor ou contra a greve) torna-se essencial não somente para a ciência, mas principalmente para o acompanhamento dos encaminhamentos das negociações entre a Reitoria e alunos da Unesp. Qualquer dúvida, fico a disposição para maiores esclarecimentos. Sem mais, Andréa Aparecida Zacharias Coordenadora Executiva UNESP/OURINHOS 6. Também, a Reitoria se comprometeu a "não repressão" aos alunos, desde que o ato seja pacífico
quarta-feira, 15 de maio de 2013
APOIO DO CA DE HISTORIA DA UnB
Brasília, 14 de maio de 2013
Nós do Centro Acadêmico de História da Universidade de Brasília (CAHis - UnB) apoiamos a greve dos estudantes da UNESP e UEG, bem como as diversas manifestações em outras universidades ocorridas nos últimos meses até a presente data como UniCamp, USP e UFMA, contra as condições cada vez mais precarizadas de estudo, principalmente de assistência estudantil, as vias antidemocráticas das universidades e as medidas neoliberais implementadas pelos governos nos sistemas de ensino superior.
Entendemos que tais situações podem ser vistas por todo o Brasil, nas estaduais e federais, e que não podemos aceitar que se afunde cada vez mais a qualidade do ensino nas nossas universidades. A luta da estudantada é nacional! Por uma universidade pública de qualidade e para o povo! Por melhoria na assistência estudantil e condições dignas de estudo e moradia! Avante a luta dos estudantes
Nós do Centro Acadêmico de História da Universidade de Brasília (CAHis - UnB) apoiamos a greve dos estudantes da UNESP e UEG, bem como as diversas manifestações em outras universidades ocorridas nos últimos meses até a presente data como UniCamp, USP e UFMA, contra as condições cada vez mais precarizadas de estudo, principalmente de assistência estudantil, as vias antidemocráticas das universidades e as medidas neoliberais implementadas pelos governos nos sistemas de ensino superior.
Entendemos que tais situações podem ser vistas por todo o Brasil, nas estaduais e federais, e que não podemos aceitar que se afunde cada vez mais a qualidade do ensino nas nossas universidades. A luta da estudantada é nacional! Por uma universidade pública de qualidade e para o povo! Por melhoria na assistência estudantil e condições dignas de estudo e moradia! Avante a luta dos estudantes
terça-feira, 14 de maio de 2013
PROXIMA REUNIAO VIA SKYPE
Galera
Amanhã (quarta) às 17h, reunião via skype para organizarmos alguns pontos do ato de sexta É MUITO IMPORTANTE a participação do maior número de campi possível!
add yumeks só especifique o campus.
até! Compartilhem essa informação!
domingo, 12 de maio de 2013
Programação da semana (13/05/2013 - 17/05/2013)
Segunda-Feira (13/05/13)
09h00 Manifestação coletiva pela Educação
15h00 Balanço APEOESP (Fora Bebel!)
19h00 Cine Debate "Educação Proibida"
Terça-Feira (14/05/13)
09h00 Campanha Financeira na Mello Peixoto para o Ato que acontecerá na REItoria
15h00 Cine Debate "Pro Dia Nascer Feliz"
19h30 Grupo de Discussão sobre Repressão
Quarta-Feira (15/05/13)
09h40 Grupo de Discussão sobre PIMESP
15h00 Cine Debate "Orações para Bobby"
19h30 Grupo de Discussão sobre os Regimentos da Unesp (Regimento e estatutos)
Quinta-Feira (16/05/13)
09h00 Café Cultural
19h30 Balanço (Pré Ato na Reitoria)
Sexta-Feira (17/05/13)
DIA DE MOBILIZAÇÃO ESTADUAL PELA EDUCAÇÃO
Ato na Reitoria
09h00 Manifestação coletiva pela Educação
15h00 Balanço APEOESP (Fora Bebel!)
19h00 Cine Debate "Educação Proibida"
Terça-Feira (14/05/13)
09h00 Campanha Financeira na Mello Peixoto para o Ato que acontecerá na REItoria
15h00 Cine Debate "Pro Dia Nascer Feliz"
19h30 Grupo de Discussão sobre Repressão
Quarta-Feira (15/05/13)
09h40 Grupo de Discussão sobre PIMESP
15h00 Cine Debate "Orações para Bobby"
19h30 Grupo de Discussão sobre os Regimentos da Unesp (Regimento e estatutos)
Quinta-Feira (16/05/13)
09h00 Café Cultural
19h30 Balanço (Pré Ato na Reitoria)
Sexta-Feira (17/05/13)
DIA DE MOBILIZAÇÃO ESTADUAL PELA EDUCAÇÃO
Ato na Reitoria
Moção de apoio à unesp araraquara
Consideramos absolutamente legítima a ocupação que ocorre no campus de Araraquara, assim como a paralisação das aulas deliberada na última assembleia geral de alunxs. A radicalização das mobilizações se mostra como a única possibilidade para se efetivar as transformações que se fazem urgentes em nossa universidade e sociedade.
Entendemos que os três dias de paralisação de aulas significam efervescência de atividades, debates que alicerçarão a massificação e o avanço da luta.
A expulsão dxs alunxs da moradia representam a coerência conservadora contida nas ações da reitoria e de suas marionetes. A moral patriarcal e homofóbica que as permite julgar e condenar comportamentos sexuais de alunxs, é a mesma moral que fecha os olhos aos inúmeros casos de violência sexual que sofrem as estudantes da universidade, é essa moral que fez vista grossa ao “rodeio das gordas”, aos casos de homofobia, e é a mesma moral que permite que o auto denominado príncipe do Brasil (promotor da violência contra xs trabalhadorxs do campo brasileiro) tenha palanque e microfone para propalar seu fascismo. Não nos surpreende o conservadorismo em que se baseia essa instituição. Portanto, devemos estar preparadxs para enfrenta-lo. Os ataques da direção e de alguns setores da comunidade acadêmica são resposta ao questionamento que vocês trazem para o campus. Quando colocamos em risco a manutenção dessa ordem, a reação desses setores é violenta e suja. Não percamos nosso horizonte, nem podemos cair nos desvios e falsos debates que nos lançam.
O comando de greve da UNESP-Ourinhos se coloca como mais um componente da luta dxs companheirxs da UNESP-Araraquara.
Por uma universidade dxs trabalhadores! NÃO ao PIMESP e às expulsões! Por políticas efetivas de permanências estudantil! A LUTA É UMA SÓ!!!
comando de greve unesp-ourinhos
O INDIVIDUALISMO NÃO NOS REPRESENTA!
Os espaços OCUPADOS da universidade são democráticos e livres no pensamento e criatividade. A burocracia e o endeusamento de algumas figuras sempre reprimiram em partes o uso desses espaços, e aí a BOSTA da democracia não funciona, é mascarada! Aproveitemos esse vínculo que criamos com este espaço e pratiquemos a verdadeira democracia e LIBERDADE, discutamos, troquemos, evoluamos. A luta não é fácil, mas estamos nela pelo COLETIVO! Por isso todos na luta sintam-se HONRADOS, pois o INDIVIDUALISMO NÃO NOS REPRESENTA!
sábado, 11 de maio de 2013
RESUMO DA ASSEMBLEIA DE 09/05
A assembleia do dia 9 de maio de
2013, marcada com horário inicial às 19:00, teve seu inicio às 19:30 seguindo
os estatuto que pede uma espera de meia hora (30 minutos) caso não tenha o quórum mínimo. Sua pautas iniciais eram:
·
Informes do CEEUF;
·
Ato na reitoria dia 10/5 e dia 17/5;
·
Escolha dos representantes discentes do Conselho
Diretor.
INFORMES DO
CEEUF (4/5 e 5/5)
O conselho de entidades contou com a presença de 32
entidades de 13 campis e, também, representantes do DCE da USP e do IFCH da
UNICAMP. O final de semana foi marcado por intensas discussões a cerca de
quatro eixos, “estrutura de poder”, “PIMESP”, “acesso e permanência estudantil”
e “projeto de ensino”. Foram deliberadas a criação de duas comissões que
perpassam todos os campi, a COMISSÃO DE MOBILIZAÇÃO ESTADUAL e a COMISSÃO
ESTATUINTE. Foi deliberado, também, um ato estadual para acontecer no dia
17 de maio deste ano.
Visto a emergência
de mobilização e a unidade das problemáticas entre os campi, a comissão de
mobilização estadual foi criada com o intuito de facilitar e unir a luta
estadual dos estudantes, visto que o projeto de precarização da educação do
governo estadual é aplicado a todas
instituições estaduais de ensino. A comissão estatuinte tem como objetivo
pesquisar e discutir o estatuto da UNESP já que ele se apresenta com ideias
retrogradas em nossa sociedade contemporânea, alem de ser o responsável por
todas as políticas existentes na instituição cuja mesma estamos cobrando
maiores políticas para os alunos que dependem dos programas de acesso e
permanecia (Moradia, RU, Bolsas, etc.). é valido lembrar que foi deliberado no
CEEUF dois representantes de cada campi na primeira comissão e um representante
por campi da segunda comissão.
ATO NA REITORIA NOS DIA 10/5 E 17/5
Segundo
a deliberação do CEEUF a cerca do ato estadual, o campi de Ourinhos assim como
os demais precisavam se organizar para viabilizar o transporte. Ainda durante o
conselho de entidades foi apontada a necessidade de se construir outro ato,
porém, este aconteceria antes do ato estadual (17/5). Essa necessidade foi
notada pelos campi que já estavam em
greve (Marília, Assis e Ourinhos). No decorrer da organização do primeiro ato
no dia 10, soubemos que a REITORIA havia proposto uma reunião com Marília,
mudando assim, todo o rumo desta mobilização marcada para sexta feria dia 10,
já que pretendíamos participar dessa reunião de negociação. Mais uma vez, de
imprevisto, o Reitor cancelou a reunião com Marilia quando soube que os outros
campi em greve estavam viabilizando sua participação. É valido lembrar que
recebemos esse informe minutos antes da assembleia que aqui estamos
descrevendo. Todos esses “encontros e desencontros” fizeram-nos focar em apenas um ato na
REITORIA, o do dia 17. Foi então deliberada comissões responsáveis por buscar o
financiamento para a locação do ônibus. Foi tirado, também, quais seriam os
caminhos para buscar esse financiamento, sendo eles: negociação com
vereadores/partidos/sindicatos, ajuda do professores e pedágio.
ESCOLHA DOS REPRESENTANTES DISCENTES PARA O
CONSELHO DIRETOR
Tivemos três candidatos: Carolina Britto, Bruno Martelato e
Renato Marques. A plenária votou por
unanimidade que os três seriam os representantes. Devido a estrutura de poder
existente nesses conselhos de 70-15-15 (professor-funcionario-aluno) ficou
decidido que os três se reuniram para ver quais ocupariam o posto de titular e
suplente.
PROPOSTAS ADICIONAIS
Nesta mesma assembleia foi
outorgada pela plenária a inclusão de propostas, são elas:
·
Ato conjunto com a APEOESP subsede de Ourinhos
no dia 13/5 às 9:00.
·
Ocupação do Bloco A para a próxima
semana, com Assembleia com indicativo para a segunda-feira.
·
- Ocupação do Bloco A: manter o ato na REItoria no dia 17/05 e
caso não haja negociação que haja uma Assembleia com indicativo de ocupação do
bloco A na segunda dia 20/05
Foi apresentada
a proposta de fazer um ato conjunto com a APEOESP na cidade, a defesa da
proposta indicou que por serem a mesma luta (a precarização do ensino publico
do estado de São Paulo) deveríamos nos unir ao sindicato dos professores da
rede neste ato. Foi incluso na proposta a participação da Batucada Resistência
no ato. A plenária votou por unanimidade favorável a proposta.
Devido a falta de comprometimento e descaso da REITORIA que
não responde nossas cartas e nem se posiciona para alunos ou direção executiva
de nossa unidade, tendo em vista que estamos com 22 dias de greve e ocupação,
foi discutido que seria melhor uma radicalização, a ocupação do Bloco
Administrativo (BLOCO A). A plenária votou por fazer uma assembleia na segunda
feira, após o ato na reitoria, com o indicativo de ocupação do bloco
administrativo caso não haja negociação com a REITORIA.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Um relato
Galera
Estive hoje na paulista, na assembleia dos professores, creio que havia no maximo 5 mil professores, universitários, movimentos sociais e secundaristas.
O lugar virou um palco de guerra após o sindicato dar um GOLPE em toda maioria que votara a continuação da greve, e em diversos cortes nas falas da oposição ao sindicato. Não consigo explicar o que sinto ao ver fogo, policia agredindo os trabalhadores, sendo esses também trabalhadores, fodidos e explorados pelos grandes.
Depois da presidente da apeoesp BEBEL ter sido escoltada, enquanto seus ditos companheiros eram agredidos, os poucos que ainda tinha força pra gritar, após uma longa caminhada tentaram entrar no sindicato e foram impedidos por dezenas de policias. A greve dos professores acabou, com derrota e risadas do governo na cara da categoria!!! Por que??? por que esta greve não saiu da base!!!
Nós estudantes ainda temos força pra lutar contra essas políticas de sucateamento de toda a sociedade e contra a repressão dessa ditadura!!! NOSSA LUTA É DA BASE!!! E VAMOS NOVAMENTE NO DIA 17 FAZER BARULHO!
Gabriel Cunha
Estive hoje na paulista, na assembleia dos professores, creio que havia no maximo 5 mil professores, universitários, movimentos sociais e secundaristas.
O lugar virou um palco de guerra após o sindicato dar um GOLPE em toda maioria que votara a continuação da greve, e em diversos cortes nas falas da oposição ao sindicato. Não consigo explicar o que sinto ao ver fogo, policia agredindo os trabalhadores, sendo esses também trabalhadores, fodidos e explorados pelos grandes.
Depois da presidente da apeoesp BEBEL ter sido escoltada, enquanto seus ditos companheiros eram agredidos, os poucos que ainda tinha força pra gritar, após uma longa caminhada tentaram entrar no sindicato e foram impedidos por dezenas de policias. A greve dos professores acabou, com derrota e risadas do governo na cara da categoria!!! Por que??? por que esta greve não saiu da base!!!
Nós estudantes ainda temos força pra lutar contra essas políticas de sucateamento de toda a sociedade e contra a repressão dessa ditadura!!! NOSSA LUTA É DA BASE!!! E VAMOS NOVAMENTE NO DIA 17 FAZER BARULHO!
Gabriel Cunha
CHAMADO À MOBILIZAÇÃO ESTADUAL DIA 17 DE MAIO EM SP:
PLENÁRIA DE ESTUDANTES E PROFESSORES PELA MANHÃ NA FRENTE DO METRÔ ANHAGABAÚ
ATO EM FRENTE À REITORIA DA UNESP À TARDE!
POR PERMANÊNCIA ESTUDANTIL PLENA! CONTRA O PIMESP: POR COTAS DE VERDADE! DEMOCRATIZAÇÃO DA UNIVERSIDADE: POR UMA ASSEMBLEIA UNIVERSITÁRIA QUE ACABE COM OS ESTATUTOS DA DITADURA!
A situação nas estaduais paulistas chegou a um momento crítico. Enquanto na UNESP a reitoria vem pra cima de trabalhadores e estudantes especialmente, querendo impor o grave ataque neoliberal do PIMESP, na esteira de seu planejamento estratégico privatista exposto no documento do PDI; a USP está ocupada pela polícia há quase dois anos, e estudantes em luta contra o estado militar são tratados como bandidos de alta periculosidade, ao mesmo tempo em que políticos corruptos colarinho branco, como Maluf circulam nos salões da burguesia; na UNICAMP, o avanço da terceirização e precarização do trabalho chega a níveis alarmantes.
Dizemos: Basta! Não aceitaremos mais um projeto de universidade de elite, sem políticas de permanências, para os pobres e filhos da classe trabalhadora que conseguem atravessar o filtro segregador do vestibular. Somos nós mesmos e nossos pais que sustentam esta universidade, foi o suor do povo que a construiu. Exigimos que o governo do estado de São Paulo e os reitores garantam políticas unificadas de permanência estudantil, afim de possibilitar que estudantes de baixa renda concluam seus cursos com tranquilidade, como forma de avançar na democratização da escola publica, levando em conta a história do Brasil e da formação do povo brasileiro.
Dizemos: Basta! Não aceitaremos que nos empurrem goela abaixo um programa racista e discriminatório como o PIMESP, que sob um verniz de cotas, traz em seu bojo um grave ataque neoliberal e precarizador das relações de trabalho, ensino e estudo. Não passarão! Os estudantes desta universidade declaram-se partidários de cotas proporcionais ao total da população do estado. Queremos que as entidades e movimentos historicamente ligados a questão das cotas participem dos debates e das decisões.
Exigimos que imediatamente se iniciem os procedimentos necessários para a instalação de uma Assembleia Universitária que modifique os estatutos da ditadura, e democratize as estruturas de poder, dando peso real decisório a categoria de trabalhadoras e trabalhadores e de estudantes. Não é admissível, sob nenhum ponto de vista, que uma universidade seja dirigida por castas privilegiadas --- que ironicamente se dizem partidários de cotas.
Fazemos o chamado a todos os estudantes e entidades estudantis, professores, movimentos populares e organizações do povo, a comporem a PLENÁRIA ESTADUAL DE ESTUDANTES, PROFESSORES E MOVIMENTO SOCIAIS afim de avançarmos nas mudanças estruturais necessária para garantirmos um país justo.
Ourinhos, 5 de maio de 2013
Conselho de Entidades Estudantis da UNESP-FATEC
Rizoma, USP: Nota de apoio e solidariedade às mobilizações das UNESP
Sem sombra de dúvidas, a universidade se configura – e sempre se configurou na história – como um dos espaços de consolidação de privilégios e dominação das elites, e da acentuação de desigualdades em nossa sociedade,dando encaminhamento à divisão do trabalho nos mais diversos níveis:social, intelectual e braçal, racial,territorial e sexual.
O ambiente universitário que se encontra a partir dessas divisões e desigualdades é de extrema “homogeneidade”, sendo que esse processo de conservação da ordem estabelecida encontra apoio principalmente na barreira social que é o vestibular, um mecanismo que exclui milhares de estudantes por ano, e na insuficiência deliberada dos programas de permanência estudantil, que acaba por excluir aquelxs que passaram pelo primeiro filtro mas que ainda possuem a pressão econômica das despesas com moradia, alimentação e materiais, o que muitas vezes exige dessxs o acréscimo de uma jornada de trabalho/estágio como fonte de renda complementar. Não podemos deixar de pensar também nessa vivência acadêmica sem entender a soma concomitante dos problemas externos de ordem familiar, opressiva e pessoal.
Entendemos, portanto, as cotas (sociais e raciais), habitações e residencias estudantis, bolsas assistenciais de moradia, alimentação, iniciação científica, de apoio acadêmico e de estágio como essenciais à permanência estudantil dxs estudantes negrxs, indígenas e pobres, frente ao papel elitista, patriarcal e racista representado pela universidade no Brasil.
Por isso consideramos as mobilizações estudantis como as armas defensoras das conquistas obtidas ao longo de muitas lutas, sendo a ação direta (ocupações, atos, assembleias e greves) nosso principal trunfo combativo nos rumos e garantias de mais vitórias e ampliação de direitos que nos auxiliem na tomada da universidade e transformação de seu papel dentro de nossa sociedade.
Por isso, nós da Tendência Libertaria Autônoma RIZOMA, por meio desta nota declaramos nosso total apoio, solidariedade e confiança às lutas e resistências travadas por meio das greves e ocupações que se passam nos campi da UNESP. Compreendemos as semelhanças entre os problemas que enfrentamos na USP – a crescente ofensiva repressiva contra os movimentos sociais, exemplificada pelos processos administrativos e criminais movidos contra estudantes e trabalhadorxs, a estagnação da quantidade e valores das bolsas de assistência à permanência estudantil, para não citar a tentativa de nos enfiar goela abaixo um regime de apartheid disfarçado como política afirmativa ao povo negrx, representado pelo PIMESP – e as pautas do Movimento de Luta da UNESP. Além disso, vemos a opção por métodos combativos escolhidos e construídos horizontalmente junto a estudantes e trabalhadorxs como um objetivo a ser encabeçado por todos os movimentos que buscam a mudança radical da sociedade, não importando a categoria ou o local de luta.
Por meio de greve e ocupação já em três campus – Assis, Marília e Ourinhos – xs estudantes e trabalhadorxs reivindicam melhorias na permanência estudantil e posicionam-se contra o PIMESP (já aprovado pela burocracia universitária da UNESP: leia mais em https://rizoma.milharal.org/2013/04/29/unesp-aprova-o-pimesp/ ).
Acompanhe através do blog da UNESP de Marília todos os passos desta mobilização, bem como o detalhamento das pautas de reivindicação de cada campus em luta! http://greve-ocupacaounespmarilia2013.blogspot.com.br/
Salud compas!
Abraços de resistência,
Rizoma
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